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18 de agosto de 2010

Academic Ranking of World Universities - 2010

Saiu o ranking mundial das universidades 2010. Das univesidades brasileiras:
1º lugar ficou a USP (59°-76º no ranking regional e 101º-150º no ranking mundial)
2º lugar Unicamp (101°-133º no ranking regional e 201º-300º no ranking mundial)
3º-5º lugar UFMG (134°-162º no ranking regional e 301º-400º no ranking mundial)
3º-5º lugar UFRJ (134°-162º no ranking regional e 301º-400º no ranking mundial)
3º-5º lugar UNESP (134°-162º no ranking regional e 301º-400º no ranking mundial)
6º lugar UFRGS (163°-187º no ranking regional e 401º-500º no ranking mundial)

E é isso aí. Nós temos 6 universidades entre as 500 melhores do mundo, segundo o Academic Ranking of World Universities (ARWU). A primeira publicação do ranking foi em junho de 2003, sendo atualizado anualmente desde então. O objetivo inicial do ranking era descobrir a posição das melhores universidades chinesas em relação as demais universidades do mundo. Porém, o ranking acabou atraindo enorme atenção das universidades, governos e da mídia em todo o mundo. Burton Bollag, jornalista da Chronicle of Higher Education, chegou a escrever que o ranking é considerado o mais influente internacionalmente.

Mais de 1000 universidades são comparadas para estabelecer a lista, sendo publicado no site as 500 melhores de cada ano. Os indicadores utilizados para estabelecer esta lista incluem:
- número de alunos e professores ganhando Prêmio Nobel e Medalhas Fields
- número de pesquisadores altamente citados pelo Thomson Scientific
- número de artigos publicados mas revistas Nature e Science
- número de artigos indexados no Science Citation Index e Social Science Citation Index
- performance per capita, respeitando o tamanho da instituição

Ranking completo de 2010

22 de julho de 2010

UnB é a primeira instituição pública a aplicar prova digital

Essa notícia já foi publicada há umas 2 semanas, mas só consegui postar agora. Como achei interessante, acredito que ainda vale o informe. Então, aí vai...

"Provas impressas, respondidas à mão e corrigidas dias depois da aplicação estão perdendo espaço para um novo modelo. Avaliações começaram a ser aplicadas em um computador por meio de tecnologia inédita que permite ao aluno saber se foi aprovado assim que termina a prova. A Universidade de Brasília é a primeira instituição pública do Brasil a utilizar o programa".
Fonte: Planeta Universitário

No dia 19 de julho, 639 alunos da UnB foram avaliados por meio do novo sistema nas provas de proficiência de Inglês I e II. O projeto foi desenvolvido pelo Cespe.

8 de julho de 2010

Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB)

Nunca gosto da forma como os jornais divulgam resultados de pesquisas. Eles geralmente apresentam apenas um dado recorte dos resultados, o que, se o leitor não tiver cuidado, pode acabar ficando com uma idéia equivocada do assunto tratado. Bom... mas vale o informe.
Repórter comenta pesquisa do Ideb



Abaixo, o informe da Assessoria de Comunicação Social do MEC sobre o tema.

" A qualidade da educação no Brasil avançou mais. O índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb) do país cresceu em todas as etapas de ensino entre 2007 e 2009. No ensino fundamental, o indicador superou as metas propostas para o período e alcançou as de 2011. “O fantasma da queda de qualidade está ficando para trás”, disse o ministro da Educação, Fernando Haddad, durante a divulgação dos dados, nesta quinta-feira, 1º.
Nos anos iniciais do ensino fundamental, o Ideb subiu para 4,6 em 2009. A nota proposta para o período era 4,2 – índice já registrado na aferição de 2007. Nos anos finais, o indicador foi para 4,0 pontos, superando a meta de 3,7 para o ano. O mesmo ocorreu no ensino médio, que obteve índice de 3,6. O objetivo era registrar pelo menos 3,5 nessa etapa de ensino no período.
Haddad considera normal que a melhora no índice seja proporcionalmente maior nos anos iniciais do ensino fundamental. “Vínhamos de um período de recessão educacional, de queda de proficiência. Quando a educação começa a melhorar, é como uma onda; a arrancada mais forte se dá nos anos iniciais e se propaga, ao longo do tempo, nos finais e no ensino médio.”
O Ideb foi criado em 2005, como parte do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), para medir a qualidade de cada escola e de cada rede de ensino. O índice utiliza escala de zero a dez pontos e é medido a cada dois anos. O objetivo é que o país, a partir do alcance das metas municipais e estaduais, chegue à nota seis em 2021 – correspondente à qualidade do ensino em países desenvolvidos.
'O Brasil está numa trajetória ascendente e consistente pelo quarto ano consecutivo. Ainda estamos distantes da meta de 2021, mas com a esperança renovada de que será alcançada', afirmou Haddad. Entre os fatores que influenciam na melhoria da qualidade da educação, segundo o ministro, estão as ações que compõem o PDE – da creche à pós-graduação – e a mobilização natural das redes e escolas a favor do cumprimento das metas do Ideb estabelecidas para cada uma.
No indicador estão reunidos dois conceitos fundamentais para a qualidade da educação: o fluxo escolar (taxas de aprovação, reprovação e evasão obtidas no censo da educação básica) e as médias de desempenho nas avaliações Prova Brasil e Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb).
A Prova Brasil é um teste de leitura e matemática para turmas de quarta e oitava séries (ou quinto e nono anos) do ensino fundamental. Os alunos do ensino médio fazem o Saeb, avaliação por amostra, que também avalia habilidades em língua portuguesa e matemática. No ano passado, as avaliações foram aplicadas a 2,5 milhões de alunos da quarta série (quinto ano), 2 milhões da oitava série (nono ano) e 56 mil do ensino médio.
Os dados divulgados nesta quarta-feira mostram que o desempenho dos estudantes nas avaliações foi o que mais pesou na composição do Ideb de 2009. Nos anos iniciais, por exemplo, foi responsável por 71% da composição da nota. Já no ensino médio, embora o desempenho tenha sido responsável pela maior parte da nota, a taxa de rendimento subiu em relação a 2007; teve 42% de importância no índice, comparado aos 29% da medição anterior".
Fonte: MEC

Resultados do Ideb nacional de 2009